Bombas falsas e cargas explosivas para airsoft
Uma bomba falsa de airsoft é um aparelho eletrónico que simula um engenho explosivo: uma equipa arma-a, a outra tem de a neutralizar antes do fim da contagem decrescente. Não contém qualquer matéria explosiva, não projeta nada e não pode produzir nenhuma detonação real. Tudo se joga no cronómetro e na pressão que exerce sobre os jogadores.
Como se joga um cenário de desativação
A equipa atacante coloca o aparelho sobre um objetivo e inicia a contagem decrescente. A equipa em defesa tem de lá chegar e pará-lo a tempo. Ao chegar a zero, os efeitos sonoros e luminosos anunciam a explosão e a ronda está perdida.
A forma de desativar muda consoante o modelo, e é aí que nascem dois ambientes de jogo muito diferentes: cortar cabos no instante certo exige sangue-frio, decifrar um código exige dedução, e desligar com precisão sob fogo exige sobretudo mão firme.
Como escolher
- Um jogo de reflexos — na Bomba C4 Falsa é preciso cortar todos os cabos, mas apenas durante os flashes verdes de um LED que permanece vermelho quase sempre. O sistema deteta sozinho quantos cabos estão ligados, de 1 a 6, e oferece três níveis de dificuldade.
- Peso e realismo — a Carga Explosiva Falsa pesa 1,5 kg e deixa ao organizador a escolha da neutralização: desligar os cabos, cortá-los ou premir o botão se os cabos faltarem. A sua desativação é mais acessível do que a da C4.
- Dedução — a Mala MAG 2.1 funciona como um Mastermind: um algarismo no lugar certo aparece no ecrã, um algarismo errado mostra uma cruz. O código vai de 1 a 5 dígitos, pode ser sorteado ao acaso — assim nem o organizador o conhece — e pode até mudar durante a partida.
- Três modos num só aparelho — essa mesma mala oferece também a conquista e o modo VIP, no qual é preciso transportar o aparelho de um ponto a outro sem o sacudir, sob pena de perder pontos. É o modelo a escolher para variar os cenários sem multiplicar o material.
A solução mais económica
Se o orçamento manda, o Kit SEUMTEX Falso é uma bomba eletrónica fornecida em kit: a placa chega programada e os componentes principais já estão soldados, a montagem final é sua. Inclui dois modos, entre eles um confronto de ida e volta em que uma equipa empurra o contador para zero enquanto a outra o congela.
Gerir a partida a partir de um telemóvel
A Mala MAG 2.1 pode receber uma opção Bluetooth. O organizador configura então a partida a partir de uma aplicação Android: iniciar ou parar uma ronda, disparar a contagem decrescente e acompanhar em direto o tempo restante e o código em curso, sem se aproximar do objetivo. Esta opção existe apenas em Android, não há aplicação para iOS.
Segurança e regulamentação
Estes aparelhos são acessórios de jogo: nem explosivo, nem arma, nem munição. O seu aspeto é deliberadamente evocativo, o que impõe uma regra simples — usam-se exclusivamente num campo de jogo, num quadro organizado, transportam-se fora da vista e nunca se exibem num local público.
Bombas e explosivos
Bomba C4 PRO
Carga explosiva simulada
Mala MAG 2.1
Perguntas frequentes
Uma bomba falsa de airsoft é perigosa?
Não. É um aparelho eletrónico alimentado por bateria, sem explosivo e sem projétil. Os únicos efeitos produzidos são sonoros e luminosos.
É preciso uma aplicação para a utilizar?
Não, os aparelhos funcionam sozinhos. A Mala MAG 2.1 aceita opcionalmente um comando à distância por Bluetooth a partir de uma aplicação Android; essa aplicação não existe em iOS.
Qual é a diferença entre a Bomba C4 Falsa e a Carga Explosiva?
A C4 é um jogo de reflexos: cortar todos os cabos durante um breve flash verde. A Carga Explosiva, mais pesada e imponente, propõe uma desativação mais acessível com três modos à escolha.
Pode usar-se este material fora do airsoft?
Sim, é comummente utilizado em paintball, escape rooms e jogo de papéis ao vivo. Em todos os casos a utilização fica limitada a um quadro organizado e privado.
